domingo, 5 de abril de 2009

Ei, psiu!


Ei, psiu, como é que você me vê? Estou tentando descobrir quem eu sou aí fora, aí onde você está. Ei, você! É, você mesmo! Gostaria de saber como é a visão fora de mim, essa visão aí que você tem quando me olha. Custa me dizer? Talvez assim, sabendo como você me vê, eu possa descobrir quem eu sou aqui dentro, aqui onde só vejo você. (Maíra Viana)

domingo, 22 de fevereiro de 2009






Melancolia estranha
Que chega sem convite
E se instala no meu peito.
Ouço um blues na vitrola
E a letra que o embala
Me desconsola.

Porque a saudade é assim?
Bichinho que rói, rói, rói
E dói!!

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009


Estou em fase de mudança...LITERALMENTE de mudança!
Volto depois!!!!

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

O olhar em preto e branco...


Do alto do meu silêncio observo a cidade.
Tudo parece estar como sempre foi.
E embora eu mude, as coisas parecem que continuam como sempre!
Ironia? Falta de visão? Quem sabe?!
Talvez falta de esperança em olhos que paradoxalmente enxergam tão longe!

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Infinito Particular...


Eis o melhor e o pior de mim
O meu termômetro, o meu quilate
Vem, cara, me retrate
Não é impossível
Eu não sou difícil de ler
Faça sua parte
Eu sou daqui, eu não sou de Marte
Vem, cara, me repara
Não vê, tá na cara, sou porta bandeira de mim
Só não se perca ao entrar
No meu infinito particular
Em alguns instantes
Sou pequenina e também gigante
Vem, cara, se declara
O mundo é portátil
Pra quem não tem nada a esconder
Olha minha cara
É só mistério, não tem segredo
Vem cá, não tenha medo
A água é potável
Daqui você pode beber
Só não se perca ao entrar
No meu infinito particular
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(Marisa Monte)

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Sobre a madrugada...


"[...]porque sua penumbra nos revela sutilezas que a luz intensa disfarça [...] é nessa hora que o mundo lá fora se cala e o silêncio [...] revela nossos ruídos internos." (Ingrid Raupp)
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sábado, 25 de outubro de 2008

Fome de palavras...

Descobrir combinações entre as vinte e seis letras do alfabeto para dar vida à palavra é como fazer mágica com elas. É apoderar-se da matéria bruta e construir sonhos, pensamentos, idéias e cristalizar memórias de um tempo que passou. Escrevo na tentativa de me ouvir, de me fazer entender. Escrevo porque sinto, porque penso, porque preciso! Escrevo porque de letras me alimento.

Sonho de um guarda-chuva no verão...


E naquele dia
ele descobriu
que para além de guarda-chuva
poderia ser pássaro!

Salpicos de chuva e poesia...








"Um dia de chuva
é tão belo como um dia de sol.
Ambos existem,
cada um como é."

(Alberto Caeiro)

Em espera...

E do outro lado do oceano... Paris me espera!

Na corda bamba...

Na corda bamba eu me encontro.
Bamba, na corda, eu estremeço.
Um sopro de coragem separa quem eu sou
Do que posso vir a ser.
A escolha está no traço.
No braço.
No traço da linha que ultrapasso.
Nas entrelinhas que desalinham o que sei,
E desequilibram quem eu sou.
Se por um momento vacilo,
Oscilo,
Balanço,
É porque o vento soprou mais forte.
Sem norte.
Como que querendo me levar.
Por sorte, sou equilibrista da vida.
Malabarista.
E, por ora, decido arriscar.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Porque mudar é sempre possível...


Você pode não conseguir mudar de vida de hoje pra amanhã,
mas de hoje pra amanhã pode dar o primeiro passo
para a mudança da sua vida.
Enquanto suas idéias forem só idéias
as coisas não acontecerão,
permita que elas se tranformem em ações
e não deixe para mais tarde, que escurece!
Porque mudar de vida é sempre possível.
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Movida pelos sonhos...

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εïз Para que pés, se tenho asas para voar?! εïз
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terça-feira, 21 de outubro de 2008

Mudanças...


...tentando não ser atropelada por elas...


domingo, 5 de outubro de 2008

Último domingo em Portugal...


Meu último domingo em Portugal, praticamente último dia!
Amanhã tô voltando pra minha terra... Meu Brasil!
Sentimento de hoje: Realização!!!!

domingo, 28 de setembro de 2008

Na companhia das letras e sentimentos...

"Quando você se sentir sozinho, pegue o seu lápis e escreva. No degrau de uma escada, à beira de uma janela, no chão do seu quarto. Escreva no ar, com o dedo na água, na parede que separa o olhar vazio do outro. Recolha a lágrima a tempo, antes que ela atravesse o sorriso e vá pingar pelo queixo. E quando a ponta dos dedos estiverem úmidas, pegue as palavras que lhe fizeram companhia e comece a lavar o escuro da noite, tanto, tanto, tanto... até que amanheça." (Rita Apoena)

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Simples assim...

"Eu queria ter na vida, simplesmente, um lugar de mato verde pra plantar e pra colher. Ter uma casinha branca de varanda, com quintal e uma janela para ver o sol nascer!"

domingo, 21 de setembro de 2008

Mimos Bracarenses...

Poesia brasileira encontrada algures pelas ruas de Braga.
Essa foi em uma loja que fica bem no centro.
Por vezes a poesia surge assim, do nada,
como que querendo fazer surpresa pra mim.
Penso ser minha querida Braga, aos poucos se despedindo, aos poucos demonstrando saudades. Uma frase aqui, uma música acolá, outros tantos salpicos de cor e história.
Hoje deixo-vos essa música do Djavan...
Desejando que o seu dia seja assim como o meu,
repleto de poesia!

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Coragem transforma...


...e tenho dito!!!