Na corda bamba eu me encontro.Bamba, na corda, eu estremeço.
Um sopro de coragem separa quem eu sou
Do que posso vir a ser.
A escolha está no traço.
No braço.
No traço da linha que ultrapasso.
Nas entrelinhas que desalinham o que sei,
E desequilibram quem eu sou.
Se por um momento vacilo,
Oscilo,
Balanço,
É porque o vento soprou mais forte.
Sem norte.
Como que querendo me levar.
Por sorte, sou equilibrista da vida.
Malabarista.
E, por ora, decido arriscar.

1 comentários:
Amigaaaa, que texto maravilhoso!!! Seu? Posso "roubar"? rsrs
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